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	<title>Santuário Senhor Bom Jesus</title>
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		<title>Papa envia mensagem para a CF 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Nicole Melhado Da Redação</p>
<p>“Que a saúde se difunda sobre a terra&#8221; (cf. Eclo 38,8): este é o lema da Campanha da Fraternidade 2012, que será lançada oficialmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nesta quarta-feira, 22.  Em mensagem enviada nesta Quarta-feira de Cinzas ao presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis, o Papa Bento XVI salientou que “para os cristãos, de modo particular, o lema bíblico é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem estar corporal”.</p>
<p>Acesse<br />
.: NA ÍNTEGRA: Mensagem do Papa para a Campanha da Fraternidade 2012 no link abaixo:</p>
<p><a title="http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285331" href="http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285331">http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285331</a></p>
<p>O Pontífice disse esperar que esta Campanha possa inspirar no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, que tantas vezes sofrem &#8220;mais pela solidão e abandono do que pela doença”.</p>
<p>“Ajudando-lhes ao mesmo tempo a descobrir que se, por um lado, a doença é prova dolorosa, por outro, pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento Dele para a salvação do mundo”, explicou o Papa.</p>
<p>Bento XVI enfatizou que oferecendo o sofrimento a Deus por meio de Cristo, é possível colaborar na vitória do bem sobre o mal, porque Deus torna fecunda a oferta, o ato de amor de cada um.</p>
<p>&#8220;Associando-me, pois, a esta iniciativa da CNBB e fazendo minhas as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de cada um, saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha ‘Fraternidade e Saúde Pública’”,  afirmou.</p>
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		<title>Redescobrir a oração</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte &#8211; MG
A oração é um exercício fundamental na busca pela qualidade de vida....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Dom Walmor Oliveira de Azevedo<br />
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte &#8211; MG</p>
<p>A oração é um exercício fundamental na busca pela qualidade de vida. Nas indicações que não podem faltar, especialmente para a vida cristã, estão a prática e o cultivo disciplinado da oração. É um exercício que tem força incomparável em relação às diversas abordagens de autoajuda, como livros e DVDs, muito comuns na atualidade.</p>
<p>A crise existencial contemporânea, em particular na cultura ocidental, precisa redescobrir o caminho da oração para uma vida de qualidade. Equivocado é o entendimento que pensa a oração como prática exclusiva de devotos. A oração guarda uma dimensão essencial da vida cristã. Cultivar essa prática é um segredo fundamental para reconquistar a inteireza da própria vida e fecundar o sentido que a sustenta.</p>
<p>É muito oportuno incluir entre as diversificadas opiniões, junto aos variados assuntos discutidos cotidianamente, o que significa e o que se pode alcançar pelo caminho da oração. Perdê-la como força e não adotá-la como prática diária é abrir mão de uma alavanca com força para mover mundos. A fé cristã, por meio da teologia, tem por tradição abordar a importância da oração ao analisar a sua estrutura fundamental, seus elementos constitutivos, suas formas e os modos de sua experiência. Trata-se de uma importante ciência e de uma prática rica para fecundar a fé.</p>
<p>A oração tem propriedades para qualificar a vida pessoal, familiar, social e comunitária. Muitos podem desconhecer, mas a oração pode ser um laço irrenunciável com o compromisso ético. É prática dos devotos, mas também um estímulo à cidadania. Ao contrário de ser fuga das dificuldades, é clarividência e sabedoria, tão necessários no enfrentamento dos problemas. Na verdade, a oração faz brotar uma fonte interior de decisões, baseadas em valores com força qualitativa.</p>
<p>A oração como prática e como inquestionável demanda, no entanto, passa, por razões socioculturais, por uma crise. Aliás, uma crise numa cultura ocidental que nunca foi radicalmente orante. O secularismo e a mentalidade racionalista se confrontam com aspectos importantes da vida oracional, como a intercessão e a contemplação. Diante desse cenário, é importante sublinhar: paga-se um preço muito alto quando se configura o caminho existencial distante da dimensão transcendente. O distanciamento, o desconhecimento e a tendência de banir o divino como referencial produzem vazios que atingem frontalmente a existência.</p>
<p>É longo o caminho para acertar a compreensão e fazer com que todos percebam o horizonte rico e indispensável da oração. Faz falta a clareza de que existem situações e problemas que a política, a ciência e a técnica não podem oferecer soluções, como o sentido da vida e a experiência de uma felicidade duradoura. A oração é caminho singular. É, pois, indispensável aprender a orar e cultivar a disciplina diária da oração. Tratar-se de um caminhar em direção às raízes e ao essencial. Nesse caminho está um remédio indispensável para o mundo atual, que proporciona mais fraternidade e experiências de solidariedade.</p>
<p>A lógica dominante da sociedade contemporânea está na contramão dessa busca. Os mecanismos que regem o consumismo e a autossuficiência humana provocam mortes. Sozinho, o progresso tecnológico, tão necessário e admirável, produz ambiguidades fatais e inúmeras contradições. Orar desperta uma consciência própria de autenticidade. Impulsiona à experiência humilde do próprio limite e inspira a conversão. É recomendação cristã determinante dos rumos da vida e de sua qualidade. A Igreja Católica tem verdadeiros tesouros, na forma de tratados, de estudos, de reflexões, e de indicações para o cultivo da oração, que remetem à origem do cristianismo, quando os próprios discípulos pediram a Jesus: “Ensina-nos a orar”. É uma tarefa missionária essencial na fé, uma aprendizagem necessária, um cultivo para novas respostas na qualificação pessoal e do tecido cultural sustentador da vida em sociedade.</p>
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		<title>Igreja não existe para si mesma.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Papa.missaBento XVI voltou a se encontrar, neste domingo, 19 de fevereiro, com os novos Cardeais criados no Consistório de ontem de manhã. Ele presidiu a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Papa.missaBento XVI voltou a se encontrar, neste domingo, 19 de fevereiro, com os novos Cardeais criados no Consistório de ontem de manhã. Ele presidiu a eucaristia e dirigiu uma palavra aos novatos diante dos quase 100 outros membros do Colegio Cardinalício que vieram a Roma prestigiar o evento e atender o apelo do Santo Padre.</p>
<p>Na Basílica Patriarcal de São Pedro,  o cenário era composto por uma multidão de fiéis que lotou a nave central e, além dos cardeais, estavam também presentes cerca de 150 bispos e por volta de 200 padres. Na duas áreas reservadas para a imprensa, próximas do baldaquino estavam cerca de 80 jornalistas de Rádio e TV.  Forte esquema de segurança impedia o trânsito das pessoas pelas naves laterais e a execução das músicas litúrgicas pelo coro criava uma atmosfera especial.</p>
<p>Os novos Cardeais foram concelebrantes, portanto, ocuparam os mesmos lugares que estiveram no Consistório, isto é, diante do altar e sentados num semicírculo. Em nome do grupo, antes da liturgia, falou o Cardeal Fernando Filoni. O papa deixou o veículo que o conduzira desde a entrada da Basílica e se sentou diante do altar-mor que se encontro sobre o túmulo do Apóstolo Pedro. Em latim, ele presidiu a Eucaristia na solenidade da Cátedra de São Pedro. A primeira leitura, tirada do livro do profeta Ezequial foi lida em inglês. Retirada da primeira Carta de São Pedro, a segunda leitura foi feita em espanhol. O trecho do Evangelho de São Mateus foi proclamado em latim.</p>
<p>Na Homilia, o Papa lembrou que a ocasião “se reveste de um caráter especial de universalidade”. Antes de passar à meditação da Palavra proclamada, Bento XVI sublinhou que a mensagem  é dirigida “antes de mais nada” aos novos Cardeais que são reconhecidos no meio do Povo de Deus pelos méritos na “na obra generosa e sábia do ministério pastoral em dioceses relevantes, ou na direção dos dicastérios da Cúria Romana, ou ainda no serviço eclesial do estudo e do ensino”. O Papa reafirmou que a dignidade do cardinalado pretende manifestar o apreço pelo trabalho realizado por cada um de fiel servidor na vinha do Senhor e de “homenagear as comunidades e nações” que os Cardeais são representantes na Igreja. O título vem ainda, segundo o Papa, investir os Cardeais de novas e importantes responsabilidades eclesiais e é um pedido de “suplemento de disponibilidade para Cristo e para a comunidade cristã inteira”.</p>
<p>Bento XVI, enquanto meditava o trecho do evangelho, ressaltou o significado da festa litúrgica deste domingo, a cátedra de São Pedro, mostrando um elemento artístico muito conhecido e que estava diante dos olhos de todos os presentes na Basílica Vaticana: o altar da cátedra. “Quando depois de percorrer a grandiosa nave central e ultrapassar o transepto, se chega à abside, encontramo-nos perante um trono de bronze enorme, que parece suspenso em voo mas na realidade está sustentado por quatro estátuas de grandes Padres da Igreja do Oriente e do Ocidente. E na janela oval, por cima do trono, resplandece a glória do Espírito Santo, envolvida por um triunfo de anjos suspensos no ar”. Despois dessa descrição, o Papa pergunta: “Que nos diz este conjunto escultórico, nascido do gênio de Bernini?” e responde, com voz firme: “Representa uma visão da essência da Igreja e, no seio dela, do magistério petrino”.</p>
<p>Prosseguindo a reflexão, o Papa destacou: “a Igreja não existe para si mesma, não é o ponto de chegada, mas deve apontar para além de si, para o alto, acima de nós”. E, destacou: “A Igreja é o lugar onde Deus ‘chega’ a nós e donde nós ‘partimos’ para Ele”. No final da homilia, concluindo a exposição dos símbolos do altar da Cátedra na Basílica de São Pedro, Bento XVI disse: ‘lancemos um ohar ao seu conjunto. Vemos que é atravessado por um duplo movimento: de subida e de descida. A Cátedra aparece em grande destaque neste lugar, não só porque está aqui o túmulo de Pedro, mas também porque ela encaminha para o amor de Deus. Com efeito, a fé orienta-se para o amor. Uma fé egoísta seria uma fé não-verdadeira”. E na conclusão, o Papa disse: “Deus não é solidão, mas amor glorioso e feliz, irradiante e luminoso”.</p>
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		<title>Conheça os novos cardeais</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 00:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicamos as biografias dos vinte e dois purpurados criados por Bento XVI durante o consistório ordinário público realizado na manhã de sábado, 18 de Fevereiro,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicamos as biografias dos vinte e dois purpurados criados por Bento XVI durante o consistório ordinário público realizado na manhã de sábado, 18 de Fevereiro, na Basílica de São Pedro. A ordem seguida é a mesma dada pelo Papa durante o Angelus de sexta-feira, 6 de Janeiro.</p>
<p><a href="http://www.osservatoreromano.va/portal/dt?JSPTabContainer.setSelected=JSPTabContainer%2FDetail&#038;last=false=&#038;path=/news/vaticano/2012/I-nuovi-Cardinali.html&#038;title=Os%20novos%20cardeais%20criados%20por%20Bento%20XVI&#038;locale=pt">Clique Aqui!</a></p>
<p>Fonte: osservatoreromano.va</p>
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		<title>Papa aos novos Cardeais</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 00:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sirvam a Igreja com a fidelidade e a coragem dos mártires&#8221;
O novo Colégio Cardinalício, agora com a presença dos 22 novos membros inseridos pelo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sirvam a Igreja com a fidelidade e a coragem dos mártires&#8221;</p>
<p>O novo Colégio Cardinalício, agora com a presença dos 22 novos membros inseridos pelo Consistório da manhã deste sábado, 18 de fevereiro, ouviu o Papa recordar a missão de seus colaboradores mais próximos. O Consistório teve a participação de várias comitivas oficiais de diversos países do mundo. No grupo brasileiro, estava o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, representando a presidente Dilma Roussef.</p>
<p>Bento XVI, durante o rito solene do Consistório, lembrou que “Aos novos Cardeais, é confiado o serviço do amor: amor a Deus, amor à sua Igreja, amor aos irmãos com dedicação absoluta e incondicional – se for necessário – até ao derramamento do sangue, como diz a fórmula para a imposição do barrete cardinalício e como indica a cor vermelha das vestes que trazem. Além disso, é-lhes pedido que sirvam a Igreja com amor e vigor, com a clareza e a sabedoria dos mestres, com a energia e a fortaleza dos pastores, com a fidelidade e a coragem dos mártires. Trata-se de ser servidores eminentes da Igreja, que encontra em Pedro o fundamento visível da unidade”.</p>
<p>Na parte da tarde, deste sábado, os novos cardeais tiveram a oportunidade de receber os cumprimentos das comitivas oficiais, dos familiares e convidados, em dois ambientes do Vaticano: a Sala Paulo VI e o Palácio Apostólico. Dom João Braz de Aviz, único brasileiro do grupo, recebeu seus convidados no hall da Sala Paulo VI. Entre as pessoas que foram saudar dom João estavam o cardeal Claudio Hummes, ex-prefeito da Congregação para o Clero, dom Alberto Taveira, arcebispo de Belém (PA) e dom Philip E. R. Dickmans, bispo da Diocese de Miracema (TO), além de leigos representantes das diocese de Ponta Grossa (PR) e das arquidioceses de Vitória (ES), Maringá (PR) e Brasília (DF).</p>
<p>Confira a íntegra da reflexão do Papa durante o Consistório:<br />
«Tu es Petrus, et super hanc petram ædificabo Ecclesiam meam».</p>
<p>Venerados Irmãos,<br />
Amados irmãos e irmãs!</p>
<p>Com estas palavras do cântico de entrada, teve início o rito solene e sugestivo do Consistório Ordinário Público para a criação dos novos Cardeais, que inclui a imposição do barrete cardinalício, a entrega do anel e a atribuição do título. Trata-se das palavras com que Jesus constituiu, eficazmente, Pedro como firme alicerce da Igreja. E o factor qualificativo deste alicerce é a fé: realmente Simão torna-se Pedro – rocha – por ter professado a sua fé em Jesus, Messias e Filho de Deus. Quando anuncia Cristo, a Igreja está ligada a Pedro, e Pedro permanece colocado na Igreja como rocha; mas, quem edifica a Igreja, é o próprio Cristo, sendo Pedro um elemento particular da construção. E deve sê-lo por meio da fidelidade à sua confissão feita junto de Cesareia de Filipe, ou seja, em virtude da afirmação: «Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo».</p>
<p>As palavras, que Jesus dirige a Pedro, põem claramente em destaque o carácter eclesial da celebração de hoje. De facto, através da atribuição do título duma igreja desta Cidade [de Roma] ou duma diocese suburbicária, os novos Cardeais ficam, para todos os efeitos, inseridos na Igreja de Roma guiada pelo Sucessor de Pedro, para cooperar estreitamente com ele no governo da Igreja universal. Estes diletos Irmãos, que dentro de momentos começarão a fazer parte do Colégio Cardinalício, unir-se-ão, por vínculos novos e mais fortes, não só com o Pontífice Romano mas também com toda a comunidade dos fiéis espalhada pelo mundo inteiro. Com efeito, no desempenho do seu peculiar serviço de apoio ao ministério petrino, os neo-purpurados serão chamados a analisar e avaliar os casos, os problemas e os critérios pastorais que dizem respeito à missão da Igreja inteira. Nesta delicada tarefa, servir-lhes-á de exemplo e ajuda o testemunho de fé prestado pelo Príncipe dos Apóstolos, com a sua vida e morte, pois, por amor de Cristo, deu-se inteiramente até ao sacrifício extremo.</p>
<p>É com este significado que se deve entender também a imposição do barrete vermelho. Aos novos Cardeais, é confiado o serviço do amor: amor a Deus, amor à sua Igreja, amor aos irmãos com dedicação absoluta e incondicional – se for necessário – até ao derramamento do sangue, como diz a fórmula para a imposição do barrete cardinalício e como indica a cor vermelha das vestes que trazem. Além disso, é-lhes pedido que sirvam a Igreja com amor e vigor, com a clareza e a sabedoria dos mestres, com a energia e a fortaleza dos pastores, com a fidelidade e a coragem dos mártires. Trata-se de ser servidores eminentes da Igreja, que encontra em Pedro o fundamento visível da unidade.</p>
<p>No texto evangélico há pouco proclamado, Jesus apresenta-Se como servo, oferecendo-Se como modelo a imitar e a seguir. No cenário de fundo do terceiro anúncio da paixão, morte e ressurreição do Filho do Homem, sobressai, pelo seu clamoroso contraste, a cena dos dois filhos de Zebedeu, Tiago e João, que, ao lado de Jesus, ainda correm atrás de sonhos de glória. Pediram-Lhe: «Concede-nos que, na tua glória, nos sentemos um à tua direita e outro à tua esquerda» (Mc 10, 37). Contundente é a resposta de Jesus, e inesperada a sua pergunta: «Não sabeis o que pedis. Podeis beber o cálice que Eu bebo?» (Mc 10, 38). A alusão é claríssima: o cálice é o da paixão, que Jesus aceita para cumprir a vontade do Pai. O serviço a Deus e aos irmãos, a doação de si mesmo: esta é a lógica que a fé autêntica imprime e gera na nossa existência quotidiana, mas que está em contradição com o estilo mundano do poder e da glória.</p>
<p>Com o seu pedido, Tiago e João mostram que não compreendem a lógica de vida que Jesus testemunha, aquela lógica que deve – segundo o Mestre –caracterizar o discípulo no seu espírito e nas suas acções. E a lógica errada não reside só nos dois filhos de Zebedeu, mas, segundo o evangelista, contagia também «os outros dez» apóstolos, que «começaram a indignar-se contra Tiago e João» (Mc 10, 41). Indignam-se, porque não é fácil entrar na lógica do Evangelho, deixando a do poder e da glória. São João Crisóstomo afirma que ainda eram imperfeitos os apóstolos todos: tanto os dois que procuravam obter precedência sobre os outros dez, como os dez que tinham inveja dos dois (cf. Comentário a Mateus, 65, 4: PG 58, 622). E São Cirilo de Alexandria, ao comentar passagens paralelas no Evangelho de Lucas, acrescenta: «Os discípulos caíram na fraqueza humana e puseram-se a discutir uns com os outros qual deles seria o chefe, ficando superior aos outros. (…) Isto aconteceu e foi-nos narrado para nosso proveito. (…) O que sucedeu aos santos Apóstolos pode revelar-se, para nós, um estímulo à humildade» (Comentário a Lucas, 12, 5, 24: PG 72, 912). Este episódio deu ocasião a Jesus para Se dirigir a todos os discípulos e «chamá-los a Si», de certo modo para os estreitar a Si, a fim de formarem como que um corpo único e indivisível com Ele, e indicar qual é a estrada para se chegar à verdadeira glória, a de Deus: «Sabeis como aqueles que são considerados governantes das nações fazem sentir a sua autoridade sobre elas, e como os grandes exercem o seu poder. Não deve ser assim entre vós. Quem quiser ser grande entre vós, faça-se vosso servo, e quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se o servo de todos» (Mc 10, 42-44).</p>
<p>Domínio e serviço, egoísmo e altruísmo, posse e dom, lucro e gratuidade: estas lógicas, profundamente contrastantes, defrontam-se em todo o tempo e lugar. Não há dúvida alguma sobre a estrada escolhida por Jesus: e não Se limita a indicá-la por palavras aos discípulos de ontem e de hoje, mas vive-a na sua própria carne. Efetivamente explica: «Também o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua via em resgate por muitos» (Mc 10, 45). Estas palavras iluminam, com singular intensidade, o Consistório público de hoje. Ecoam no fundo da alma e constituem um convite e um apelo, um legado e um encorajamento especialmente para vós, amados e venerados Irmãos que estais para ser incluídos no Colégio Cardinalício.</p>
<p>Segundo a tradição bíblica, o Filho do Homem é aquele que recebe de Deus o poder e o domínio (cf. Dn 7, 13-14). Jesus interpreta a sua missão na terra, sobrepondo à figura do Filho do Homem a imagem do Servo sofredor descrita por Isaías (cf. Is 53, 1-12). Ele recebe o poder e a glória apenas enquanto «servo»; mas é servo na medida em que assume sobre Si o destino de sofrimento e de pecado da humanidade inteira. O seu serviço realiza-se na fidelidade total e na plena responsabilidade pelos homens. Por isso, a livre aceitação da sua morte violenta torna-se o preço de libertação para muitos, torna-se o princípio e o fundamento da redenção de cada homem e de todo o género humano.</p>
<p>Amados Irmãos que estais para ser inscritos no Colégio Cardinalício! Que a doação total de Si mesmo, feita por Cristo na cruz, vos sirva de norma, estímulo e força para uma fé que atua na caridade. Que a vossa missão na Igreja e no mundo se situe sempre e só «em Cristo» e corresponda à sua lógica e não à do mundo, sendo iluminada pela fé e animada pela caridade que nos vem da Cruz gloriosa do Senhor. No anel que daqui a pouco vos entregarei, aparecem representados São Pedro e São Paulo e, no centro, uma estrela que evoca Nossa Senhora.</p>
<p>Trazendo este anel, sois convidados diariamente a recordar o testemunho de Cristo que os dois Apóstolos deram até ao seu martírio aqui em Roma, tornando assim fecunda a Igreja com o seu sangue. Por sua vez a evocação da Virgem Maria constituirá para vós um convite incessante a seguir Aquela que permaneceu firme na fé e serva humilde do Senhor.</p>
<p>Ao concluir esta breve reflexão, quero dirigir a minha grata e cordial saudação a todos vós aqui presentes, particularmente às Delegações oficiais de diversos Países e aos Representantes de numerosas dioceses. No seu serviço, os novos Cardeais são chamados a permanecer fiéis a Cristo, deixando-se guiar unicamente pelo seu Evangelho. Amados irmãos e irmãs, rezai para que possa refletir-se ao vivo neles o Senhor Jesus, o nosso único Pastor e Mestre e a fonte de toda a sabedoria que indica a estrada a todos. E rezai também por mim, para que sempre possa oferecer ao Povo de Deus o testemunho da doutrina segura e reger, com suave firmeza, o timão da santa Igreja.</p>
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		<title>Consistório cria 22 novos cardeais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 14:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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O decano papal da Basílica de Santa Maria Maggiore, localizada no centro histórico de Roma, o espanhol dom Santos Abril y Castelló,  além...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: cnbb.org.br</p>
<p>O decano papal da Basílica de Santa Maria Maggiore, localizada no centro histórico de Roma, o espanhol dom Santos Abril y Castelló,  além de Dom João Braz de Aviz, único brasileiro, compõem a lista dos 22 novos cardeais que serão criados no Consistório deste sábado, 18 de fevereiro, no Vaticano.</p>
<p>Dom Castelló é arcipreste da Basílica de Santa Maria Maggiore desde novembro de 2011. Foi nomeado também vice-camerlengo da Igreja, o segundo homem na hierarquia da Igreja, na eventualidade de uma vacância da Santa Sé. Antes de assumir esses cargos, dom Castelló cumpriu carreira de diplomata do Vaticano como núncio em vários países da América Latina, África e Bálcãs.</p>
<p>O Consistório, na verdade, já começa a ser preparado nesta sexta-feira com um retiro para todos os indicados. O Cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, também participará das celebrações que terão lugar na Basílica de São Pedro, no sábado e domingo, e na Sala Paulo VI, na segunda-feira quando o papa Bento XVI receberá os novos cardeais e convidados.</p>
<p>Dom João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os religiosos, estará em retiro durante esta sexta-feira. Ele recebeu, nos últimos dias, um grupo de mais de 40 pessoas que estão em Roma representando a família e os amigos de várias dioceses onde serviu como bispo e como arcebispo.</p>
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		<title>Consistório cria 22 novos cardeais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 14:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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O decano papal da Basílica de Santa Maria Maggiore, localizada no centro histórico de Roma, o espanhol dom Santos Abril y Castelló,  além...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: cnbb.org.br</p>
<p>O decano papal da Basílica de Santa Maria Maggiore, localizada no centro histórico de Roma, o espanhol dom Santos Abril y Castelló,  além de Dom João Braz de Aviz, único brasileiro, compõem a lista dos 22 novos cardeais que serão criados no Consistório deste sábado, 18 de fevereiro, no Vaticano.</p>
<p>Dom Castelló é arcipreste da Basílica de Santa Maria Maggiore desde novembro de 2011. Foi nomeado também vice-camerlengo da Igreja, o segundo homem na hierarquia da Igreja, na eventualidade de uma vacância da Santa Sé. Antes de assumir esses cargos, dom Castelló cumpriu carreira de diplomata do Vaticano como núncio em vários países da América Latina, África e Bálcãs.</p>
<p>O Consistório, na verdade, já começa a ser preparado nesta sexta-feira com um retiro para todos os indicados. O Cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, também participará das celebrações que terão lugar na Basílica de São Pedro, no sábado e domingo, e na Sala Paulo VI, na segunda-feira quando o papa Bento XVI receberá os novos cardeais e convidados.</p>
<p>Dom João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os religiosos, estará em retiro durante esta sexta-feira. Ele recebeu, nos últimos dias, um grupo de mais de 40 pessoas que estão em Roma representando a família e os amigos de várias dioceses onde serviu como bispo e como arcebispo.</p>
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		<title>Papa nomeia bispos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 14:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O papa Bento XVI nomeou na manhã de hoje, 15, para a diocese vacante de Pesqueira (PE), o bispo auxiliar de Fortaleza (CE), dom José...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papa Bento XVI nomeou na manhã de hoje, 15, para a diocese vacante de Pesqueira (PE), o bispo auxiliar de Fortaleza (CE), dom José Luiz Ferreira Salles. E para a arquidiocese de Campinas (SP), transferiu o bispo de Mogi das Cruzes (SP), dom Airton José dos Santos.</p>
<p>Dom José Luiz Ferreira Salles nasceu em janeiro de 1957, em Itirapina (SP). Sua ordenação episcopal foi em sua terra natal, em 1985, e a ordenação episcopal foi em 2006, na capital cearense.</p>
<p>Fez Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (SP) e Teologia no Instituto Teológico São Paulo (SP).</p>
<p>Dom José Luiz já trabalhou nas Missões Populares, foi coordenador da equipe missionária em Garanhuns (PE), administrador paroquial na par[oquia de São Pedro, em Caraúbas, da diocese de Campina Grande (PB) e foi nomeado reitor da Casa de Teologia Inter-Provincial dos Missionários Redentoristas em Fortaleza (2005-2006).</p>
<p>Seu lema episcopal é “Deus é Amor”.</p>
<p>Dom Airton José</p>
<p>Já o novo arcebispo de Campinas, dom Airton José dos Santos, nasceu em 1956, em Bom Repouso (MG). Sua ordenação episcopal se deu no dia 02/03/2002, em São Bernardo do Campo (SP). Estudou Filosofia na Faculdade Associadas do Ipiranga (SP) e Teologia na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP).</p>
<p>Dom Airton foi bispo auxiliar de Santo André (SP), secretário do Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo), membro da Comissão Episcopal para os Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância (2007 a 2011).</p>
<p>Seu lema Episcopal é “Para Fazer ó Deus a Tua Vontade”.</p>
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		<title>Mensagem do papa</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[49º Dia Mundial de Oração pelas Vocações
Por: cnbb.org.br
O Vaticano publicou nesta segunda-feira, 13, a mensagem do papa Bento XVI para o Dia Mundial...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>49º Dia Mundial de Oração pelas Vocações</p>
<p>Por: cnbb.org.br</p>
<p>O Vaticano publicou nesta segunda-feira, 13, a mensagem do papa Bento XVI para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no dia 29 de abril deste ano. Com o tema &#8220;As vocações, dom do amor de Deus&#8221;, o Santo Padre explica qual o sentido da vocação e como ela acontece na vida de cada pessoa.</p>
<p>&#8220;Neste terreno de um coração em oblação, na abertura ao amor de Deus e como fruto deste amor, nascem e crescem todas as vocações&#8221;, escreveu o Pontífice.</p>
<p>Bento XVI também fez um convite para que cada cristão redescubra o amor de Deus e anuncie essa vivencia, principalmente para as novas gerações: &#8220;Por isso é preciso anunciar de novo, especialmente às novas gerações, a beleza persuasiva deste amor divino, que precede e acompanha: este amor é a mola secreta, a causa que não falha, mesmo nas circunstâncias mais difíceis&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Por fim, o papa pediu que as Pastorais Vocacionais incentivem a descoberta de vocações. Segundo ele: “É tarefa da pastoral vocacional oferecer os pontos de orientação para um percurso frutuoso”.</p>
<p>Bento XVI também enfatizou o papel da Igreja na construção de diferentes vocações e encorajou os agentes de pastorais para que conduzam cada fiel a mergulhar na beleza do chamado de Deus.</p>
<p>Leia a íntegra da mensagem do Papa Bento XVI para o 49º Dia Mundial de Oração pelas Vocações:</p>
<p>Amados irmãos e irmãs!</p>
<p>O XLIX Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no IV domingo de Páscoa – 29 de Abril de 2012 –, convida-nos a refletir sobre o tema «As vocações, dom do amor de Deus».</p>
<p>A fonte de todo o dom perfeito é Deus, e Deus é Amor – Deus caritas est –; «quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele» (1 Jo 4, 16). A Sagrada Escritura narra a história deste vínculo primordial de Deus com a humanidade, que antecede a própria criação. Ao escrever aos cristãos da cidade de Éfeso, São Paulo eleva um hino de gratidão e louvor ao Pai pela infinita benevolência com que predispõe, ao longo dos séculos, o cumprimento do seu desígnio universal de salvação, que é um desígnio de amor. No Filho Jesus, Ele «escolheu-nos – afirma o Apóstolo – antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em caridade na sua presença» (Ef 1, 4). Fomos amados por Deus, ainda «antes» de começarmos a existir! Movido exclusivamente pelo seu amor incondicional, «criou-nos do nada» (cf. 2 Mac 7, 28) para nos conduzir à plena comunhão consigo.</p>
<p>À vista da obra realizada por Deus na sua providência, o salmista exclama maravilhado: «Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a Lua e as estrelas que Vós criastes, que é o homem para Vos lembrardes dele, o filho do homem para com ele Vos preocupardes?» (Sal 8, 4-5). Assim, a verdade profunda da nossa existência está contida neste mistério admirável: cada criatura, e particularmente cada pessoa humana, é fruto de um pensamento e de um ato de amor de Deus, amor imenso, fiel e eterno (cf. Jer 31, 3). É a descoberta deste fato que muda, verdadeira e profundamente, a nossa vida.</p>
<p>Numa conhecida página das Confissões, Santo Agostinho exprime, com grande intensidade, a sua descoberta de Deus, beleza suprema e supremo amor, um Deus que sempre estivera com ele e ao qual, finalmente, abria a mente e o coração para ser transformado: «Tarde Vos amei, ó beleza tão antiga e tão nova, tarde Vos amei! Vós estáveis dentro de mim, mas eu estava fora, e fora de mim Vos procurava; com o meu espírito deformado, precipitava-me sobre as coisas formosas que criastes. Estáveis comigo e eu não estava convosco. Retinha-me longe de Vós aquilo que não existiria, se não existisse em Vós. Chamastes-me, clamastes e rompestes a minha surdez. Brilhastes, resplandecestes e dissipastes a minha cegueira. Exalastes sobre mim o vosso perfume: aspirei-o profundamente, e agora suspiro por Vós. Saboreei-Vos e agora tenho fome e sede de Vós. Tocastes-me e agora desejo ardentemente a vossa paz» (Confissões, X, 27-38). O santo de Hipona procura, através destas imagens, descrever o mistério inefável do encontro com Deus, com o seu amor que transforma a existência inteira.</p>
<p>Trata-se de um amor sem reservas que nos precede, sustenta e chama ao longo do caminho da vida e que tem a sua raiz na gratuidade absoluta de Deus. O meu antecessor, o Beato João Paulo II, afirmava – referindo-se ao ministério sacerdotal – que cada «gesto ministerial, enquanto leva a amar e a servir a Igreja, impele a amadurecer cada vez mais no amor e no serviço a Jesus Cristo Cabeça, Pastor e Esposo da Igreja, um amor que se configura sempre como resposta ao amor prévio, livre e gratuito de Deus em Cristo» (Exort. ap. Pastores dabo vobis, 25). De fato, cada vocação específica nasce da iniciativa de Deus, é dom do amor de Deus! É Ele que realiza o «primeiro passo», e não o faz por uma particular bondade que teria vislumbrado em nós, mas em virtude da presença do seu próprio amor «derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo» (Rm 5, 5).</p>
<p>Em todo o tempo, na origem do chamamento divino está a iniciativa do amor infinito de Deus, que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. «Com efeito – como escrevi na minha primeira Encíclica, Deus caritas est – existe uma múltipla visibilidade de Deus. Na história de amor que a Bíblia nos narra, Ele vem ao nosso encontro, procura conquistar-nos – até à Última Ceia, até ao Coração trespassado na cruz, até às aparições do Ressuscitado e às grandes obras pelas quais Ele, através da ação dos Apóstolos, guiou o caminho da Igreja nascente. Também na sucessiva história da Igreja, o Senhor não esteve ausente: incessantemente vem ao nosso encontro, através de pessoas nas quais Ele Se revela; através da sua Palavra, nos Sacramentos, especialmente na Eucaristia» (n.º 17).</p>
<p>O amor de Deus permanece para sempre; é fiel a si mesmo, à «promessa que jurou manter por mil gerações» (Sal 105, 8). Por isso é preciso anunciar de novo, especialmente às novas gerações, a beleza persuasiva deste amor divino, que precede e acompanha: este amor é a mola secreta, a causa que não falha, mesmo nas circunstâncias mais difíceis.</p>
<p>Amados irmãos e irmãs, é a este amor que devemos abrir a nossa vida; cada dia, Jesus Cristo chama-nos à perfeição do amor do Pai (cf. Mt 5, 48). Na realidade, a medida alta da vida cristã consiste em amar «como» Deus; trata-se de um amor que, no dom total de si, se manifesta fiel e fecundo. À prioresa do mosteiro de Segóvia, que fizera saber a São João da Cruz a pena que sentia pela dramática situação de suspensão em que ele então se encontrava, este santo responde convidando-a a agir como Deus: «A única coisa que deve pensar é que tudo é predisposto por Deus; e onde não há amor, semeie amor e recolherá amor» (Epistolário, 26).</p>
<p>Neste terreno de um coração em oblação, na abertura ao amor de Deus e como fruto deste amor, nascem e crescem todas as vocações. E é bebendo nesta fonte durante a oração, através duma familiaridade assídua com a Palavra e os Sacramentos, nomeadamente a Eucaristia, que é possível viver o amor ao próximo, em cujo rosto se aprende a vislumbrar o de Cristo Senhor (cf. Mt 25, 31-46). Para exprimir a ligação indivisível entre estes «dois amores» – o amor a Deus e o amor ao próximo – que brotam da mesma fonte divina e para ela se orientam, o Papa São Gregório Magno usa o exemplo da plantinha: «No terreno do nosso coração, [Deus] plantou primeiro a raiz do amor a Ele e depois, como ramagem, desenvolveu-se o amor fraterno» (Moralia in Job, VII, 24, 28: PL 75, 780D).</p>
<p>Estas duas expressões do único amor divino devem ser vividas, com particular vigor e pureza de coração, por aqueles que decidiram empreender um caminho de discernimento vocacional em ordem ao ministério sacerdotal e à vida consagrada; aquelas constituem o seu elemento qualificante. De fato, o amor a Deus, do qual os presbíteros e os religiosos se tornam imagens visíveis – embora sempre imperfeitas –, é a causa da resposta à vocação de especial consagração ao Senhor através da ordenação presbiteral ou da profissão dos conselhos evangélicos. O vigor da resposta de São Pedro ao divino Mestre – «Tu sabes que Te amo» (Jo 21, 15) – é o segredo duma existência doada e vivida em plenitude e, por isso, repleta de profunda alegria.</p>
<p>A outra expressão concreta do amor – o amor ao próximo, sobretudo às pessoas mais necessitadas e atribuladas – é o impulso decisivo que faz do sacerdote e da pessoa consagrada um gerador de comunhão entre as pessoas e um semeador de esperança. A relação dos consagrados, especialmente do sacerdote, com a comunidade cristã é vital e torna-se parte fundamental também do seu horizonte afetivo. A este propósito, o Santo Cura d’Ars gostava de repetir: «O padre não é padre para si mesmo; é-o para vós» [Le curé d’Ars. Sa pensée – Son cœur ( ed. Foi Vivante - 1966), p. 100].</p>
<p>Venerados Irmãos no episcopado, amados presbíteros, diáconos, consagrados e consagradas, catequistas, agentes pastorais e todos vós que estais empenhados no campo da educação das novas gerações, exorto-vos, com viva solicitude, a uma escuta atenta de quantos, no âmbito das comunidades paroquiais, associações e movimentos, sentem manifestar-se os sinais duma vocação para o sacerdócio ou para uma especial consagração.É importante que se criem, na Igreja, as condições favoráveis para poderem desabrochar muitos «sins», respostas generosas ao amoroso chamamento de Deus.</p>
<p>É tarefa da pastoral vocacional oferecer os pontos de orientação para um percurso frutuoso. Elemento central há de ser o amor à Palavra de Deus, cultivando uma familiaridade crescente com a Sagrada Escritura e uma oração pessoal e comunitária devota e constante, para ser capaz de escutar o chamamento divino no meio de tantas vozes que inundam a vida diária. Mas o «centro vital» de todo o caminho vocacional seja, sobretudo, a Eucaristia: é aqui no sacrifício de Cristo, expressão perfeita de amor, que o amor de Deus nos toca; e é aqui que aprendemos incessantemente a viver a «medida alta» do amor de Deus. Palavra, oração e Eucaristia constituem o tesouro precioso para se compreender a beleza duma vida totalmente gasta pelo Reino.</p>
<p>Desejo que as Igrejas locais, nas suas várias componentes, se tornem «lugar» de vigilante discernimento e de verificação vocacional profunda, oferecendo aos jovens e às jovens um acompanhamento espiritual sábio e vigoroso. Deste modo, a própria comunidade cristã torna-se manifestação do amor de Deus, que guarda em si mesma cada vocação. Tal dinâmica, que corresponde às exigências do mandamento novo de Jesus, pode encontrar uma expressiva e singular realização nas famílias cristãs, cujo amor é expressão do amor de Cristo, que Se entregou a Si mesmo pela sua Igreja (cf. Ef 5, 25).</p>
<p>Nas famílias, «comunidades de vida e de amor» (Gaudium et spes, 48), as novas gerações podem fazer uma experiência maravilhosa do amor de oblação. De fato, as famílias são não apenas o lugar privilegiado da formação humana e cristã, mas podem constituir também «o primeiro e o melhor seminário da vocação à vida consagrada pelo Reino de Deus» (Exort. ap. Familiaris consortio, 53), fazendo descobrir, mesmo no âmbito da família, a beleza e a importância do sacerdócio e da vida consagrada. Que os Pastores e todos os fiéis leigos colaborem entre si para que, na Igreja, se multipliquem estas «casas e escolas de comunhão» a exemplo da Sagrada Família de Nazaré, reflexo harmonioso na terra da vida da Santíssima Trindade.<br />
Com estes votos, concedo de todo o coração a Bênção Apostólica a vós, veneráveis Irmãos no episcopado, aos sacerdotes, aos diáconos, aos religiosos, às religiosas e a todos os fiéis leigos, especialmente aos jovens e às jovens que, de coração dócil, se põem à escuta da voz de Deus, prontos a acolhê-la com uma adesão generosa e fiel.</p>
<p>Vaticano, 18 de Outubro de 2011</p>
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		<title>Angelus do Papa Bento XVI</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 14:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vitória de Cristo é nossa cura profunda, diz Papa.
Por: Mirticeli Medeiros Da Redação
O Papa Bento XVI fez a oração mariana do Angelus...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vitória de Cristo é nossa cura profunda, diz Papa.</p>
<p>Por: Mirticeli Medeiros Da Redação</p>
<p>O Papa Bento XVI fez a oração mariana do Angelus neste domingo, 12,  diante de milhares de peregrinos que encontraram-se com ele na Praça de São Pedro, apesar das baixar temperaturas.</p>
<p>A meditação que antecedeu a oração concentrou-se sobre o Evangelho deste domingo que está em Marcos 1, 40-45, o qual narra a cura de um leproso que pediu a Jesus sua total purificação.</p>
<p>&#8220;Jesus não se esquiva do contato com aquele homem, ao contrário, levado por uma íntima participação à sua condição, estende a mão e o toca &#8211; superando a proibição legal &#8211; e lhe diz: &#8220;Eu quero, sejas purificado!&#8221;, disse o Papa.</p>
<p>Acesse<br />
.: NA ÍNTEGRA:  <a href="http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?iid=285227">Angelus do Papa Bento XVI &#8211; 12/02/2012</a></p>
<p>O Papa continuou o discurso explicando em que consiste a real vitória de Deus, que manifesta-se na história através de intervenções miraculosas.</p>
<p>&#8220;Eia a vitória de Cristo, que é a nossa cura profunda e nossa ressurreição a uma vida nova!&#8221;, salientou.</p>
<p>O Pontífice acrescentou ainda que o gesto realizado por Jesus se relaciona diretamente com a história da salvação, na qual Deusage diretamente na vida das pessoas.</p>
<p>&#8220;Naquele contato entre a mão de Jesus e o leproso vem abatida toda barreira entre Deus e a impureza humana, entre o sacro e o seu oposto, não certo para negar o mal e sua força negativa, mas para demonstrar que o amor de Deus é mais forte que todo mal, também daquele mais contagioso e horrível&#8221;, enfatizou.</p>
<p>Um apelo pela Síria</p>
<p>Após a oração, o Papa citou a onda de violência que assola a Síria e pediu que todo esforço necessário seja feito para se chegar à plena paz.</p>
<p>&#8220;Sigo com muita apreenssão os drmáticos e crescentes episódios de violência na Síria. Nos últimos dias, estes provocaram a morte de numerosas vítimas. Recordo na oração as vítimas, entre as quais algumas crianças, os feridos e quantos sofrem as consequências de um conflito cada vez mais preocupante. Além disso, renovo um grande apelo ao fim da violência e ao derramamento de sangue. É urgente responder às legítimas aspirações dos diversos componentes da Nação, como também da comunidade internacional, preocupada com o bem comum da inteira sociedade e da Região&#8221;, pediu.</p>
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